servir

ja em outra relaçaõ digo que está por acabar em muyta parte, he totalmente inútil para a defença deste porto, e o que mais he, que serve de gravíssimo perjuizo ao mesmo porto no danno que faz ao encoradouro dos navios (REC, 1713, 09, 036); que o Recife esteve de cerco, mas se naõ foraõ as trincheyras que se fizeraõ pella mesma parte que ele domina, naõ impedira a entrada da villa; serve também para defender a barretinha, por donde de maré cheya podem entrar lanchas, mas para este fim menos bastava, ou tapar a dita barretinha, o que naõ he muy dificultozo, e tálvez fosse conveniente para o rio (REC, 1713, 09, 108); Dizem os officiaes, que de presente servem na Camara da villa de sancta Maria Magdalena da Alagoa do Sul Capitania de Pernambuco, que sendo Vossa Magestade servido premear o Mestre de Campo do cerco dos Paulistas Domingo Jorge Velho sem divizaõ das terras, em que havia situar, no que recebe gravissimo prejuízo os moradores da dita vila pellos excessivos robos de sua gente (PER, 1700, 01, 002); Os dous Adjudantes suppra, Gaspar Pereira de Azevedo, e Bernardo de ALemaõ, saõ capazes, de Serem acresentados, e Servem com Satisfaçaõ, e fedelidade aos Seos mayores (PER, 1710, 06, 029); Emfim esta obra sò seria boa se fosse feyta sobre os mesmos Recifes, como votou o Sargento mor Engenheyro que entaõ servia Luiz Francisco Pimentel, que para muyto mayor obra tem largura (REC, 1713, 09, 068); Hé Vossa Magestade Servida por hum dos effeitos dasua Maternal Clemencia (PER, 1784, 21, 002); Padroado, como a em que foy servido ordenar semedisso a dita obra para effeyto de secontinuar com ajuda da esmolla que já a Vossa Magestade aviamos pedido, por hum e outro beneficio Rendemos humildemente a Vossa Magestade as graças cuja merce e esmola redundava a Deos (REC, 1711, 07, 010); Sua Magestade he servido, que vendo se no Conselho de Ultramarino as duas petições incluzas do Prepozito, e mais Padres da Congregaçaõ de Saõ Filippe Neri do Recife de Pernambuco, se lhe consulte com effeito o que parecer sobre o que nellas reprezentar (REC, 1750, 14, 002); Vossa Magestade Consta, que Frei Joaõ da Encarnaçaõ, hum dos Alliados, sendo Prior e servindo depois de Provincial, por fallescer o que então era, executou em todo este tempo o que individualmente se mostra dos documentos (PER, 1784, 21, 297); Os Papeis de Serviços de Antonio Januario Lima constaõ dos Documentos seguintes. A folha 3 huã Certidaõ passada pelo Escrivaõ Deputado da Junta da Real Fazenda, com que o Supplicante mostra o tempo que servio seu Pai Joaquim dos Reis Lima de segundo Administrador; e Avaliador das Fazendas despachadas na Alfandega desta Villa (REC, 1805, 32, 007); por Vossa Excelencia, proponho nos termos do artigo 19 do Regimento interno, para servir de monitor adjunto interino o cidadão José Teixeira de Sá, pessôa de reconhecida moralidade e criterio, e peço a Vossa Excelencia auctorisação para contractal-o (REC, 1884, 52, 015); Estas saõ as forças desta costa de Pernambuco, e suas utilidade; a obediencia de subdito me forçou segunda vez a pegar na penna, e escrever sobre esta materia, pódendo servir me a primeyra de exemplo para naõ tornar a discorrer sobre Ella (REC, 1713, 09, 245); estabelecer huma Imposição que recahindo na classe mais inmediatamente favorecida pelo emprego destes trabalhos, não fosse todavia nimiamente gravoza, mas servisse a auxiliar os outros meios, com que por Conta De Minha Real Fazenda Me Proponho mandar as sistir áquellas obras (RJO, 1815, 37, 024); e rogo a Vossa Excelencia se sirva dar-me os necessarios esclarecimentos, e a sua opinaõ sobre os mencionados serviços, e a pertendida Mercê (REC, 1825, 42, 009-009); Maternal Protecção, de Vossa Magestade, antes sim sustentar a Religião nos seus primeiros Institutos, abdicando desta quaesquer obstaculos em contrario, e que sirvão de perturbação (PER, 1784, 21, 127).

Formas Documentadas

serve (5), servem (3), servia (1), servida (1), servido (23), servindo (2), servio (3), servir (12), servisse (1), sirva (1), sirvão (1).

Frequencia Global

53

Registros em:

Rio de Janeiro

Transcrição

Eu O Principe Regente Faço saber aos que este Alvara virem
Que Havendo por Carta Regia da datta de hoje or=
denado que se prosigão methodica e regularmente
os trabalhos, que tinha mandado ensaiar para
melhorar o Porto do Ricife de Pernambuco, como
o fim de destruir, ou pelo menos deminuir quanto
seja possivel, o banco de area, que medêa entre os
ancoradouros, chamados do Poço, e do Mosqueiro des=
fazendo às Corôas, que com o tempo se tem formado,
desde o citado logar do Mosqueiro athé a Ponte do
Recife, e empregando todas as mais deligencias, que
se Julgarem necessarias, para dirigir o curso das
agoas ao ponto da Barra; de maneira tal que se
torne facil e segura assim a entrada, como a
sahida dos Navios ja completamente carregados,
ese dê a hum, Porto de tanto commercio a
vantagem, de que o seu rico mercado o torna sus
ceptivel. E considerando que para huma
obra de taõ manifesta utilidade, particular=
mente para a Navegação, assim Nacional, como
Estrangeira, conviria estabelecer huma Imposição
que recahindo na classe mais inmediatamente
favorecida pelo emprego destes trabalhos, não fosse
todavia nimiamente gravoza, mas servisse
a auxiliar os outros meios, com que por Conta
De Minha Real Fazenda Me Proponho mandar as
sistir áquellas obras: Sou Servido ordenar que da
Publicação do presente Alvará em diante se per=
ceba na Alfandega de Pernambuco o Imposto de
outenta reis por tonelada, que serão obrigados a
pagar todos os Navios de Coberta, assim naci
onaes, como Estrangeiros, que alli entrarem, de=
vendo este Imposto ser recebido pelo Thezoreiro
do cofre, que Mando estabelecer para as
applicaçoens que devem fazer face ás des=
pezas de taõ importantes trabalhos, e ficar
cessando logo que estejaõ concluidas aquellas
obras, a que unica e exclusivamente he destina
do: Pelo que mando ao Prezidente do Meu
Real Erario, conselho da Minha Real Fazenda,
Governador eCapitaõ General da Capitania de
Pernambuco, e mais Pessoas, a quem possa
ou deva pertencer o conhecimento do presente
Alvará, que o cumprão e guardem, e façaõ
cumprir e guardar, e fação cumprir e guardar como nelles se contem,
sem duvida, ou embaraço algum: E este
valerá como Carta passada pela chancel=
laria, posto que por ella não ha de passar,
e que o seu effeito haja de durar mais de
hum anno, sem embargo da ordenaçaõ em con=
trario. Dado no Palacio do Rio de Janeiro em
vinte outo de Abril de mil outo centos equinze.
Principe
Antonio de Araujo de Azevedo,
Alvará por que Vossa Alteza Real Ha por bem
Mandar impôr o Direito de outenta reis por
tonelada em cada Navio de Coberta, assim
Nacional, como Estrangeiro, que entrar no Porto
do Recife de Pernambuco para ser applicado
ás obras do mesmo Porto, tudo como nelles se
contem.
Para Nossa Alteza Real Ver

Arquivo da Transcrição

Crédito

Créditos: Arquivo Público do Estado de Pernambuco

Manuscrito: Carta Pública

Mapa