tornar

de maneira tal que se torne facil e segura assim a entrada, como a sahida dos Navios ja completamente carregados, e se de a hum. Porto de tanto commercio al vantagem, de que o seu rico mercado o torna seusceptivel (RJO, 1815, 37, 011); e porque esta no estado em que estâ não cousa alguma que se lhe possa aproveitar mais que alguma pouca telha, necesita de se tornar a fazer toda de novo, para o que entendo pello orçamento que fiz junto com os ditos mestres juizes do officio seraõ necesarios seiscentos mil Reis (PER, 1708, 04, 007); Senhor. Junta aos mais papeis torne Lisboa. 26 de Setembro de 1805 (LIS, 1805, 31, 003); Que com o tempo se tem formado desde o citado logar do Mosqueteiro athé a Ponte do Recife e empregando todas as mais deligencias, que se Julgarem necessarias, para dirigir o curso das agoas ao ponto da Barra de maneira tal que se torne facil e segura assim a entrada, como a sahida dos Navios ja completamente carregados (RJO, 1815, 37, 014-015); e toda a embarcaçaõ que vindo da Europa, por mal navegada, ou por causa de ventos escaços, Là foy tomar acabou por huma vez, porque de Là naõ tornou a sahir (REC, 1713, 09, 221); Na secretaria da Real Junta do comercio, Agricultura. Fabricas, e Navegação destes Reinos, e seus Dominios fica lançado o termo de juramento, que em data de hoje opinou Filipe Ribeiro Filgueira, declarando ser proprietario do navio= paz e Trinfo= de que he mestre nuno Jozé Corrêa, cujo navio he de construção Estrangeira, e fora aqui vendido nesta Cidade, como constava do ultimo passaporte que apresentou e se lhe tornou a entregar. Lisboa dez de Junho de mil oito centos e sete (LIS, 1807, 34, 010).

Formas Documentadas

torna (1), tornar (2), torne (2), tornou (3).

Frequencia Global

8

Registros em:

Lisboa – PT

Transcrição

Na secretaria da Real Junta do co’mercio, Agri-
Cultura, Fabricas, e Navegação d’estes Reinos, e
seus Dominios fica lançado o termo de juramen-
-to, que em data de hoje assinou Filipe Ribeiro
Filgueira, declarando ser proprietario do navio=
Paz e Trinfo= de que he mestre Nuno Jozé Cor-
-rêa, cujo navio he de construção Estrangeira, e fora
aqui vendido nesta Cidade, como constava do ulti-
mo passaporte que apresentou e se lhe tomou a
entregar. Lisboa dez de Junho de mil oito centos
e sete .//:
Francisco Soares de Araujo Silva

Arquivo da Transcrição

Crédito

Créditos: Arquivo Público do Estado de Pernambuco

Manuscrito: Carta Pública

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